Avc tem cura

Avc tem cura?

Dizermos que o avc têm cura ou não têm cura é muito limitado.

Normalmente os AVC apresentam excelentes progressos e recuperações, mas isso não quer dizer linearmente que tenha cura. Normalmente o êxito da recuperação depende do comprometimento e da participação total do doente. Cerca de 30% dos sobreviventes será totalmente independente no prazo de três semanas e aos seis meses, cerca de 50% será independente.

A gravidade inicial e a extensão do AVC são importantes factores preditivos do resultado da reabilitação, assim como a existência de um défice prévio à ocorrência do AVC.

Outros factores que podem interferir são a etiologia e a idade. É mais grave em caso de hemorragia do que trombose  e melhora com a idade mais jovem do doente, pela maior adaptabilidade funcional.  Outros factores que podem indicar um pior prognóstico  incluem a incontinência urinária e a função do braço.

O tratamento e reabilitação aguda em Unidades de AVC, com equipas multidisciplinares e competência especial em AVC, apresenta benefícios funcionais a longo prazo; esta eficácia persiste no seguimento dos doentes aos 5 anos, comparativamente aos controlos.

O método ABR veio também trazer um enorme avanço na ” cura do AVC” recuperando este o SNC de forma tão rápida, que consegue na maioria das vezes, logo na primeira hora de aplicação, ganhos imediatos de sensibilidade e movimento. O que leva os pacientes com AVC a:

– Recuperar mais em 2 consultas que em 8 meses de fisioterapia diária e intensiva.

– Conseguir executar movimentos que os médicos lhe disseram que nunca mais iam ter.

– Recuperar a flexão dorsal e a flexão do joelho na segunda aplicação do metódo, depois de estarem mais de 3 anos sem executar esses movimentos.

– A ganhar sensibilidade no lado hemiplégico de forma rápida, conseguindo ganhos de 2 pontos no percentual de 0 a 10 em apenas duas consultas.

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